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A Itália não é só arte, moda e comida boa. Virou também destino top para estudantes de todo mundo. Mesmo não sendo o país mais bombado da Europa para estudar, no último ano quase 100 mil alunos de outros países se matricularam aqui. As universidades, super antigas, têm cursos famosos em várias áreas. E não é tão fácil arrumar uma vaga, viu? Quer saber como é estudar na Itália para estrangeiros?

Se se mudar para qualquer outro país para estudar, está sabendo que o processo pode ser chatinho.: tem que tramitar visto, matrícula e um monte de burocracia. Para dar um help se ligue nesse texto com tudo sobre o ensino italiano e o que precisa fazer para curtir essa experiência acadêmica e cultural surreal. Allora, vogliamo raccontarvi tutto? Per carità!

Como funciona o sistema de ensino na Itália?

O sistema de ensino italiano é famoso por misturar o jeito tradicional de ensinar com algo novo. Todo ano ele atrai milhares de estudantes estrangeiros. A estrutura é feita para você ir aprendendo aos poucos e com acompanhamento em cada fase dos estudos.

A escola é obrigatória dos 6 aos 16 anos. Começa com a scuola primaria (ensino fundamental) e continua com a scuola secondaria di primo grado (ensino fundamental II). Depois, os alunos podem escolher a scuola secondaria di secondo grado (ensino médio), com escolas focadas em áreas como humanas, ciências, arte ou tecnologia.

Na faculdade a graduação (laurea triennale) dura três anos. O mestrado (laurea magistrale) geralmente leva mais dois anos. Na Itália também dá para fazer doutorado (dottorato di ricerca), que é super prestigiado. Ele dura de três a quatro anos e é perfeito para quem quer se especializar em alguma área acadêmica ou de pesquisa.

O sistema de ensino italiano é bem ligado com a cultura local. Várias universidades ficam em cidades históricas, o que dá a chance de juntar o estudo com um lugar culturalmente maravilhoso. Para completar, a Itália faz parte do Espaço Europeu de Ensino Superior (Processo de Bolonha), facilitando validação de diplomas e intercâmbio de estudantes na Europa.

O que estrangeiros precisam para estudar na Itália

Estudar na Itália não é só chance de estudar em lugares show. É convite para mergulhar em uma cultura cheia de arte, história e criatividade. Antes de se matricular precisa cumprir alguns requisitos. Conseguir vaga não é moleza não. Quer ver o que precisa?

  • Carta de aceite: ter uma carta da universidade italiana lhe aceitando, confirmando sua inscrição no curso escolhido.
  • Visto de estudante: essencial para ficar mais de 90 dias. Os vistos de estudo italianos (Tipo D) pedem documentos tipo carta de aceite, comprovante que tem grana e seguro de saúde.
  • Certificado de idioma: provar que você manda bem no idioma em que as aulas serão dadas. Várias universidades aceitam o CILS ou CELI para italiano e o TOEFL ou IELTS para cursos em inglês.
  • Documentos da escola/faculdade: histórico escolar traduzido para italiano e com selo chamado Apostila de Haia, além de ser reconhecido, se necessário.
  • Grana na conta: mostrar que consegue se bancar durante a sua estadia na Itália. Isso incluirá hospedagem, taxas acadêmicas e alimentação.
  • Seguro de saúde: esse seguro de saúde internacional deve cobrir emergências e internações durante sua estadia.
  • Pagar taxas da faculdade: cada universidade tem suas próprias taxas. Mudam com curso e nível acadêmico.
  • Fotos 3×4: precisa delas pra tirar o visto e fazer a matrícula.
  • Formulário de inscrição: em alguns casos as universidades italianas pedem para preencher um formulário de inscrição pelo site da embaixada italiana no seu país.

Fique ligado, os requisitos podem mudar com curso e universidade. Sempre dê uma olhada no site da instituição ou nos consulados italianos para acessar as informações completas e atualizadas.

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Requisitos para estrangeiros estudarem na Itália. 📸Shutterstock

Estudar na Itália para estrangeiros, passo a passo

Chegou a hora de montar o plano para sua viagem acadêmica. O processo pode parecer complicado, ainda mais se está lidando com língua nova, cultura diferente e regras que não conhece. Esquenta não, a gente arrumou um guia com dicas top para dar um help.

1. Busque universidades e cursos na Itália

Pesquise bem as universidades e os cursos que tem na Itália. O país tem instituições top como a Universidade de Bolonha (a mais antiga do mundo) ou a Universidade Bocconi, que manda muito em negócios e economia. Cheque os rankings, veja sites das universidades, procure fóruns ou redes sociais onde alunos contam e partilham suas experiências.

Preste atenção para o idioma do curso, o que precisa para entrar, quanto custa e as oportunidades de emprego de cada um. Dedicar um tempão a isso é legal para cravar o melhor curso ou instituição para sua vida acadêmica e pessoal.

2. Veja como bancar seus estudos na Itália

A Itália tem várias formas de ajudar a pagar estudos, de bolsas do governo até auxílios específicos das universidades. Tem o “Invest Your Talent in Italy”, uma das bolsas mais populares para estudantes estrangeiros. Também tem a Universidade de Pádua ou o Politécnico de Milão com bolsas para alunos craques.

Se não conseguir uma bolsa sempre tem o financiamento estudantil, usar sua grana guardada ou procurar trabalho de meio período, bem normal entre estudantes estrangeiros. Se planejar direitinho consegue se focar nos estudos sem se preocupar com dinheiro.

3. Se inscreva em um curso na Itália

Depois de escolher a universidade e curso é hora de se inscrever. Vai precisar apresentar documentos tipo histórico escolar, cartas de apresentação, currículo atualizado e talvez uma pasta com seus trabalhos, se o curso pedir. Algumas universidades italianas também exigem certificados de idioma, como o IELTS ou o CILS, para provar que você manda bem no inglês ou no italiano.

É importante ficar de olho nas datas de cada instituição e preparar uma inscrição caprichada, mostrando tudo o que você já fez e o que você quer alcançar. Se tiver alguma dúvida sobre o que precisa, entre em contato com o departamento de admissão da universidade que você escolheu.

4. Peça o visto para estudar na Itália

Se não tem cidadania da União Europeia vai precisar de visto de estudante para entrar e ficar na Itália. Para tirar o visto apresente documentos tipo a carta de aceite, comprovantes de solvência financeira, seguro de saúde internacional válido e um plano de estudos detalhado.

O processo de pedido pode demorar semanas, antecipe e acelere esse trâmite. Fale com a embaixada ou consulado italiano de seu país e ajeite tudinho para não atrasar.

5. Se mude para Itália

Chegou a hora de fazer as malas e partir. Planeje sua chegada com antecedência, buscando onde morar em repúblicas estudantis, apês compartilhados ou aluguéis individuais. Tem a Uniplaces ou Spotahome, lá têm opções show.

Cuide de outras responsabilidades tipo abrir conta em um dos melhores bancos para estrangeiros na Itália, se cadastrar no sistema de saúde e aprender a usar o transporte público. Chegar organizado acelera sua adaptação. Se prepare para turbinar sua rotina de estudante na Itália.

Quanto custa estudar na Itália para estrangeiros?

A gente precisa falar de outra coisa importante antes de se matricular: quanto vai custar estudar na Itália. É bom saber dos gastos para não ter surpresas mais tarde. Eles variam muito com cidade, tipo de universidade e do seu estilo de vida, mas considere o seguinte:

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Ajeite seu orçamento para estudar na Itália numa boa. 📸Shutterstock

Moradia para estudantes

A moradia é um dos gastos mais pesados para os estudantes de outros países. Em cidades grandes como Milão ou Roma, alugar um quarto em um apartamento dividido pode custar de 400 a 800 euros por mês (432-864 dólares). Em cidades menores, como Bolonha ou Pisa, os preços costumam ser mais em conta, a partir de uns 300 euros por mês (324 dólares). As repúblicas estudantis, menos comuns, custam entre 250 e 500 euros por mês (270-540 dólares).

Alimentação e transporte

A comida na Itália é famosa por ser uma delícia e, felizmente, acessível para estudantes. Se você cozinhar em casa, vai gastar uns 150 a 250 euros por mês (162-270 dólares) com comida básica. Comer fora em restaurantes mais simples pode custar de 10 a 15 euros por refeição (10,8-16,2 dólares).

O transporte público nas principais cidades italianas funciona bem e tem passes mensais para estudantes. Eles costumam custar de 25 a 50 euros por mês (27-54 dólares), dependendo da região.

Mensalidades da faculdade

As universidades da Itália são bem acessíveis. As mensalidades para estudantes de outros países em instituições públicas variam de 850 a 2.000 euros por ano (918-2.160 dólares). Em universidades particulares esses custos podem passar de 5.000 euros por ano (5.400 dólares), dependendo do curso e universidade. Os mestrados e cursos de pós-graduação costumam ser mais caros, com preços que vão de 2.500 a 6.000 euros por ano (2.700-6.480 dólares).

Outros gastos

Também tem custos tipo materiais da faculdade, que podem custar uns 50 euros por mês (54 dólares). Ou o lazer, que depende muito do que você curte. A gente também já mencionou o seguro, ele é obrigatório e custa entre 50 a 150 euros por mês (54-162 dólares).

Quando e como validar diplomas e cursos na Itália?

Validar seus diplomas é vital se quer continuar estudando ou trabalhar na Itália. Esse processo garante que seu aprendizado em outro país seja reconhecido oficialmente no sistema de ensino italiano. Isso abre portas na faculdade e no mercado de trabalho.

Quando preciso validar o diploma?

A validação de diplomas na Itália é necessária em duas situações:

  • Entrar na faculdade: se quer fazer uma graduação, mestrado ou doutorado, precisa que seus estudos anteriores sejam validados pelas instituições italianas. É obrigatório para cumprir os requisitos de admissão.
  • Trabalhar em áreas regulamentadas: para trabalhar em áreas como medicina, arquitetura ou direito é obrigatório validar seus diplomas. Essas profissões exigem que suas qualificações estejam de acordo com os padrões italianos.

Como validar seus diplomas e cursos na Itália?

  1. Junte os documentos necessários: vai precisar do diploma original, histórico escolar e de uma descrição do sistema de ensino do seu país. Tudo tem que ser traduzido para italiano por um tradutor juramentado e legalizado com a Apostila de Haia ou no consulado italiano.
  2. Envie a solicitação: as solicitações de validação são feitas pelo Ministério da Educação, Universidades e Pesquisa (MIUR) ou diretamente nas universidades. É importante seguir as instruções de cada instituição.
  3. Pague as taxas: o preço varia com tipo de diploma e nível acadêmico. Confirme valores antes de enviar a solicitação.
  4. Apresente a solicitação: pode fazer isso online pelo site oficial do MIUR ou ir pessoalmente nos escritórios na Itália.
  5. Siga o processo: depois de enviar, a validação demora entre três a seis meses. Em casos mais complicados vai demorar mais.

Se não precisa de validação completa pode pedir certificado de equivalência. Ele é mais fácil de tramitar e pode ser suficiente para continuar estudos específicos ou entrar em cursos que não são regulamentados na Itália.

Estudar online na Itália para estrangeiros

Quer estudar na Itália mas não pode se mudar? A educação online é uma ótima opção para aproveitar o melhor do ensino italiano sem sair de casa. Nos últimos anos a Itália aumentou a oferta de cursos online, juntando o jeito tradicional de ensinar com inovação tech.

Universidades públicas e privadas

A Università Telematica Internazionale Uninettuno e a Università degli Studi di Roma têm cursos de graduação, mestrado e especialização online. Eles são desenhados para acelerar flexibilidade sem abrir mão da qualidade de ensino.

Plataformas educacionais internacionais

Universidades italianas como a Bocconi também criaram cursos online em áreas como negócios e economia. Elas combinam conteúdo interativo com aulas ao vivo e acesso a professores especializados.

Certificados e cursos de especialização

Várias universidades italianas e plataformas tipo a edX têm cursos em áreas como moda, design, gastronomia e tecnologia. Esses certificados são ótimos para quem quer aprender habilidades específicas sem precisar fazer uma graduação completa.

Para se inscrever em curso online veja o que precisa e preencha o formulário de inscrição. Talvez precise enviar documentos tipo histórico escolar traduzido para italiano e comprovante de que você é craque do idioma. Depois de se inscrever, você vai entrar no campus virtual, onde vai encontrar os materiais de estudo e poderá falar com seus professores e colegas.

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Perguntas frequentes sobre estudar na Itália para estrangeiros

O que preciso para estudar na Itália sendo estrangeiro?

Para estudar na Itália vai precisar de uma carta de aceite de uma instituição de ensino, tirar visto de estudante, provar como se manter financeiramente e ter seguro de saúde internacional válido. Também vai precisar validar seus diplomas se o curso exigir.

Preciso falar italiano para estudar na Itália?

Nem sempre. Várias universidades italianas dão cursos em inglês, principalmente na pós-graduação. Saber italiano pode ser importante para cursos em italiano ou para se integrar melhor na cidade.

Quanto custa estudar na Itália para estrangeiros?

Depende do curso e da universidade. As mensalidades variam de 1.000 a 4.000 euros/ano em universidades públicas. Podem passar para 10.000 euros/ano nas particulares. Além disso tem os gastos com moradia, transporte e alimentação.

Que bolsas de estudo estão disponíveis para estudar na Itália?

A Itália oferece várias bolsas, como as do governo italiano para estudantes estrangeiros, bolsas regionais ou de instituições privadas. Elas cobrem parte ou todos os custos de mensalidade, moradia e alimentação.

Preciso validar meu diploma para estudar na Itália?

Sim, se quer fazer uma graduação ou trabalhar em uma área regulamentada. Para mestrado ou cursos de especialização geralmente não precisa. Algumas universidades podem pedir a equivalência do seu diploma.

Posso trabalhar como estrangeiro estudando na Itália?

Pode sim mas tem umas regras. Com visto de estudante pode trabalhar até 20 horas por semana durante as aulas e até 40 horas nas férias. Isso ajuda a ganhar uma grana extra enquanto estuda.

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Olá, sou o Manel, tenho 30 e muitos e pouco tempo de casa aqui na Holafly. Amo traduzir e divulgar o conteúdo da Ana, da Silvia, da Victoria e dizer YES/Sííííííuuuu a todos os textos que acrescentem valor a quem por aqui passa e precisa de saber mais sobre viagens e cenas. Tenho família no Brasil (aí, sou redator de PT BR, sacou?) e já andei por uma data de sítios, embora tenha sempre fome para conhecer mais (se por lá houver arroz, melhor:) Top de cidades: 1. Barcelona 2. Chicago 3. Porto (jamé 'Oporto', deixem-de disso!) OK, já chega. Passeiem pelo nosso site e divirtam-se com os nossos conteúdos!

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