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A América do Sul guarda alguns dos países mais impressionantes do planeta para se viajar, a poucas horas de voo do Brasil. Argentina, Peru, Colômbia, Chile e Uruguai estão entre os mais procurados por brasileiros, com paisagens que vão da neve à praia, da arqueologia milenar à gastronomia premiada.

A maioria dos países vizinhos sequer exige passaporte para entrar, o que simplifica muito o planejamento. Neste guia, você encontra os melhores países da América do Sul para viajar, por perfil de viajante, custos reais por país e tudo que precisa saber antes de fazer as malas.

Países perto do Brasil que aceitam RG

Brasileiros têm uma grande facilidade para viajar pela América do Sul: a maioria dos países vizinhos aceita o RG brasileiro no lugar do passaporte. Isso é possível graças ao acordo de livre circulação do Mercosul, que dispensa o passaporte para viagens de turismo entre os países membros e associados.

A regra vale apenas para fins turísticos e exige que o RG tenha sido emitido há menos de dez anos, com foto que identifique claramente o portador. Mas se o seu RG não estiver nessa condição, o passaporte válido resolve. Independentemente do destino, não são aceitos CNH, carteira da OAB, CRM e outros documentos profissionais.

Veja na tabela abaixo a documentação exigida, junto com a moeda e o idioma de cada destino, para facilitar o seu planejamento:

PaísAceita RGMoeda localIdioma
ArgentinaSimPeso argentinoEspanhol
UruguaiSimPeso uruguaioEspanhol
ParaguaiSimGuaraniEspanhol
BolíviaSimBolivianoEspanhol
ChileSimPeso chilenoEspanhol
ColômbiaSimPeso colombianoEspanhol
EquadorSimDólar americanoEspanhol
PeruSimSol peruanoEspanhol
VenezuelaSim*BolívarEspanhol
GuianaNãoDólar guianenseInglês
SurinameNãoDólar surinamêsHolandês

*Venezuela está no acordo, mas a situação política do país exige atenção especial. Consulte as recomendações atualizadas do Itamaraty antes de planejar qualquer viagem ao país.

Guiana e Suriname são os dois únicos países da América do Sul fora do acordo do Mercosul. Ambos exigem passaporte válido para entrada de turistas brasileiros, independentemente da duração da viagem. Se o seu roteiro incluir um desses destinos, verifique também a validade mínima exigida pelo país de destino antes de fechar a data da viagem.

Os melhores destinos da América do Sul por perfil de viajante

A América do Sul tem atrativos para vários tipos de viajante, mas cada país costuma atrair perfis mais específicos. O desafio não é encontrar um bom destino, é descobrir qual combina com o que você realmente procura.

  • Quer neve e aventura: a Argentina e o Chile reúnem os principais destinos de montanha e natureza extrema da América do Sul: Bariloche e Valle Nevado para esquiar nos Andes, Torres del Paine para um dos trekks mais reconhecidos do planeta e o glaciar Perito Moreno para ver de perto uma das geleiras ainda em avanço no mundo.
  • Quer praia no Caribe: Colômbia, com Cartagena e San Andrés, é o destino certo. Boa infraestrutura, voos acessíveis a partir do Brasil e a possibilidade de combinar praia, história e natureza no mesmo roteiro fazem do país o favorito dos brasileiros que buscam o Caribe.
  • Quer cultura, história e gastronomia: Peru e Colômbia são os destinos certos. Lima é uma das capitais gastronômicas mais reconhecidas do mundo, Machu Picchu e o centro histórico de Cartagena são Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, e Medellín se tornou referência mundial de transformação urbana.
  • Quer o inusitado: Bolívia é o destino de quem busca o que não existe em nenhum outro lugar. O Salar de Uyuni, maior deserto de sal do planeta com mais de 10 mil km², vira um espelho natural na temporada de chuvas. La Paz, a mais de 3.600 metros de altitude, é uma das capitais mais singulares do mundo.

Argentina: o favorito dos brasileiros

Historicamente, a Argentina é o país da América do Sul que mais atrai turistas brasileiros de diversos perfis. O país combina cidade grande com natureza e recebe voos diretos saindo de várias capitais brasileiras.

Buenos Aires é a porta de entrada cosmopolita: tango, parrilla, vinho e bairros como Palermo, Recoleta e o colorido Caminito. Para quem quer neve, Bariloche é o destino mais procurado, com lagos, chocolateria e estações de esqui no inverno.

Mendoza atrai os amantes de vinho, com vinícolas premiadas nos pés dos Andes. Já a Patagônia, com o glaciar Perito Moreno e as paisagens de El Calafate, é um dos cenários naturais mais impressionantes do planeta.

Melhor época: na primavera (setembro a novembro) e no outono (março a maio). Para neve em Bariloche e nos Andes chilenos do lado argentino, o inverno, de junho a agosto, é a temporada certa.

Peru e Colômbia: cultura, história e gastronomia

Peru e Colômbia atraem um perfil de viajante parecido: curioso, interessado em gastronomia e movido por experiências culturais.

No Peru, o ponto de partida é Lima, com uma cena gastronômica que coloca a cidade no mapa mundial. De lá, o roteiro mais procurado leva a Cusco (a 3.400 metros de altitude) e ao Vale Sagrado, terminando em Machu Picchu. A altitude em Cusco exige aclimatação: reserve os primeiros dias para atividades mais leves.

Na Colômbia, Cartagena das Índias é o destino mais fotogênico, com muralhas coloniais e o Mar do Caribe ao fundo. Medellín surpreende pela transformação urbana e pela hospitalidade dos locais. Para quem quer praia, San Andrés é o paraíso caribenho mais acessível da América do Sul a partir do Brasil.

É preciso ter em conta que a Colômbia exige o Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (CIVP) para a entrada de turistas. O Peru não exige o documento, mas a vacina é recomendada para quem vai para regiões amazônicas. Em ambos os casos, vale consultar a Anvisa e verificar o status antes de embarcar.

Melhor época: para o roteiro pelos Andes peruanos, Cusco e Machu Picchu, o período seco de maio a setembro é o mais indicado. Para Cartagena, a época ideal depende do que você quer aproveitar na cidade, e vale conferir o guia completo sobre a melhor época para visitar a Cartagena antes de fechar as datas.

Chile, Uruguai e Bolívia

Esses três destinos tem apelos muito distintos. O Chile pela diversidade geográfica concentrada em um único país, o Uruguai encanta pelo charme arquitetônico e cultural, e a Bolívia surpreende com cenários únicos no mundo.

No Chile, o Deserto do Atacama, no norte, é um dos lugares mais incríveis do planeta: com gêiseres, vulcões e o céu mais estrelado da Terra. No sul, Torres del Paine é o grande destino de trekking da Patagônia chilena. E Santiago merece uma parada própria, com bairros como Bellavista e as vinícolas do Vale do Maipo, a região mais antiga e premiada do vinho chileno.

No Uruguai, Montevidéu com seu charme europeu, vida cultural intensa e uma gastronomia honesta tem atraído cada vez mais brasileiros. Punta del Este concentra o glamour do verão sul-americano: praias badaladas, cassinos e a escultura La Mano, um dos cartões-postais mais reconhecidos do continente.

A Bolívia combina custo de vida muito baixo e paisagens exóticas que não existem em outro lugar. O Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do planeta, é a sua atração principal. La Paz, a mais de 3.600 metros, vale pelo teleférico panorâmico que corta a cidade e pelo Mercado das Bruxas, um dos mais singulares da América do Sul.

Melhor época: para o deserto chileno, a época certa depende do que você quer vivenciar: confira o nosso guia sobre a melhor época para visitar o Atacama. Para Salar de Uyuni, na Bolívia, o chão branco e seco de abril a outubro e o efeito espelho das chuvas de janeiro a março. No Uruguai, o verão austral concentra a alta temporada.

Quanto custa viajar pelos países da América do Sul?

Os custos de uma viagem pela América do Sul variam muito de país para país. Ter uma referência de orçamento diário ajuda a planejar sem surpresas e a escolher o destino certo para o seu bolso.

A tabela abaixo traz uma estimativa de gasto médio diário por pessoa, sem incluir a passagem aérea:

PaísCusto médio diárioMoedaObservação
BolíviaR$ 250BolivianoUm dos mais baratos do continente
PeruR$ 250-400Sol peruanoSobe com passeios, como Machu Picchu
ArgentinaR$ 100-200Peso argentinoVaria muito entre as regiões
ColômbiaR$ 450Peso colombianoCidades maiores tendem a ser mais caras
ChileR$ 550Peso chilenoUm dos países mais caros da região
UruguaiR$ 550Peso uruguaioPunta del Este sobe na alta temporada

Vale lembrar que as moedas locais oscilam em relação ao real. Pesquise o câmbio próximo da data da viagem para montar um orçamento mais realista.

Dicas práticas antes de viajar para a América do Sul

Antes de fazer as malas, alguns pontos merecem atenção para que a viagem saia sem imprevistos.

Documentação

Leve o RG original, em bom estado e com menos de dez anos de emissão. Se o roteiro incluir Guiana ou Suriname, o passaporte é obrigatório. É bom levar cópias impressas dos documentos e comprovantes de reservas de hotéis e vôos para eventualidades. Veja uma lista completa do que não esquecer no nosso checklist de viagem internacional.

Vacinas

Bolívia, Colômbia, Equador, Paraguai e Venezuela exigem o Certificado Internacional de Vacinação (CIVP) contra febre amarela para a entrada de turistas. Consulte a Anvisa antes de embarcar para confirmar as exigências do seu destino.

Seguro viagem

Venezuela, Equador e Argentina (desde 2025) exigem seguro para turistas. Para os demais países da região não é obrigatório, mas vale contratar. Roteiros com trekking, esqui ou altitude elevada, por exemplo, pedem cobertura para aventura; e planos com extravio de bagagem e cancelamento de voo evitam dores de cabeça em qualquer destino.

Moeda

Cartões de viagem internacionais são hoje a forma mais prática e segura de levar dinheiro para a América do Sul. Mesmo assim, vale ter uma reserva em espécie para situações que não aceitam cartão: feiras e mercados de artesanato, táxis e pequenos serviços em destinos menos turísticos. Em alguns países como Peru e Colômbia, o dólar americano tende a render bem nas casas de câmbio locais.

Internet

As operadoras brasileiras costumam cobrar caro em roaming no exterior. Uma solução prática é usar um chip internacional, como eSIM da Holafly: você compra antes de embarcar, ativa ao chegar e tem dados ilimitados por um único valor para toda a viagem. O plano América Latina da Holafly cobre Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai e Uruguai em um único eSIM.

Para organizar tudo antes de sair, confira também os melhores aplicativos para viagem que facilitam navegação, tradução e planejamento no destino.

Perguntas frequentes

É possível viajar para a América do Sul sem passaporte?

Sim. Nove países da região aceitam o RG brasileiro para turismo: Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. O RG deve estar em bom estado e ter sido emitido há menos de dez anos.

Qual o país mais visitado da América do Sul por brasileiros?

A Argentina lidera historicamente como o destino mais procurado pelos turistas brasileiros, com Buenos Aires como principal porta de entrada. Mas o Chile tem ganhado bastante atenção nos últimos anos, chegando a superar a Argentina em alguns períodos recentes no número de visitantes vindos do Brasil.

Qual a melhor época para viajar pela América do Sul?

Depende do destino. Para neve e esqui na Argentina e no Chile, o inverno de junho a agosto é a temporada certa. Em direção aos Andes peruanos e Machu Picchu, o período seco de maio a setembro é mais indicado. Rumo às praias na Colômbia, os meses de dezembro a março oferecem o clima mais agradável e com menos chuva.

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Pedro Correia Guedes

Pedro Correia Guedes

Redator - SEO Portuguese

Sou Pedro e, na Holafly, como editor SEO para comerciantes portugueses y brasileños, pueden combinar minhas paixões por viajar, escrever e encantar as pessoas com conteúdos que sejam realmente relevantes para sus vidas. Fue editor y produjo el contenido durante al menos seis años, siendo experto en SEO, copywriting, storytelling y escritura creativa. Es fascinante, para mí, compartir mis experiencias con nuestros guías y ayudar a un médico en la carretera, momentos particularmente especiales e inesquecíveis. Una de las cosas más curiosas es que existe una colección de camisetas de épocas y selecciones de fútbol que han pasado los 50 modelos.

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