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O que fazer em Bariloche no inverno: quando ir, quanto custa e onde ficar (2026)

Bariloche no inverno é o destino ideal para quem quer ver neve, esquiar e aproveitar paisagens incríveis na Patagónia argentina. A melhor época para viajar é entre julho e agosto, embora junho e setembro ofereçam preços mais baixos.

Publicado: Julho 16, 2026

São poucos os destinos na América do Sul que conseguem reunir paisagens nevadas, boa gastronomia, atividades para toda a família e uma infraestrutura turística tão completa quanto a de Bariloche no inverno

Se está a planear uma viagem a Bariloche, este guia reúne informações oficiais e a experiência de Fernando Arizmendi, um colaborador argentino que morou em Bariloche durante quatro anos e conhece a cidade em todas as estações. As recomendações marcadas como “Dica local” foram baseadas em suas experiências pessoais e em lugares que ele recomenda aos visitantes. 

Continue lendo e descubra o que Bariloche tem de melhor conosco!

Bariloche no inverno: resumo rápido (TL;DR) 

InformaçãoDados
Melhor época para ver nevejulho e agosto
Meses mais baratosjunho e setembro
Temperatura média-2°C a 8°C
Quantos dias ficar5 a 7 dias
MoedaPeso argentino
AeroportoTeniente Luis Candelaria (BRC)
Custo médio da viagemR$ 5.400 a R$ 10.500 por pessoa

A temporada de neve geralmente começa no fim de junho e atinge o seu auge em julho e agosto, os meses ideais para quem sonha com montanhas completamente brancas. 

Para economizar, junho e setembro costumam ter preços mais baixos e menos turistas. Em média, uma viagem de cinco a sete dias custa entre R$ 5.400 e R$ 10.500 por pessoa, dependendo do estilo de viagem. Vale lembrar que julho é o período mais caro do ano, pois coincide com as férias escolares na Argentina e no Brasil.

Quando neva em Bariloche?

A temporada de neve em Bariloche geralmente começa no final de junho e pode durar até meados de setembro. No entanto, a quantidade de neve varia a cada ano conforme as condições climáticas.

Quando é a melhor época para ir para Bariloche de maneira geral no inverno:

MêsTemperatura médiaNeveMovimento turísticoPreços
Junho0°C a 8°C⭐⭐⭐Médio$$
Julho-2°C a 6°C⭐⭐⭐⭐⭐Muito alto$$$$
Agosto-1°C a 7°C⭐⭐⭐⭐⭐Alto$$$
Setembro1°C a 10°C⭐⭐⭐Médio$$
Quando cai a primeira neve em Bariloche? As primeiras nevascas costumam ocorrer entre o fim de junho e o início de julho, embora as datas variem conforme as condições climáticas de cada ano.

Julho é o melhor mês para ver neve?

Para quem sonha com paisagens completamente brancas, a resposta é sim.

Julho é o auge do inverno e oferece:

  • Maior probabilidade de neve
  • Todas as estações de esqui funcionando
  • Maior oferta de atividades

No entanto, também é o período mais caro do ano, coincidindo com as férias escolares no Brasil e na Argentina.

Vale lembrar: Em muitas escolas no Brasil, as férias vão de 1º a 31 de julho, enquanto outras adotam um período de cerca de duas semanas, normalmente entre 15 e 31 de julho. Na Argentina, é a primeira quinzena de julho; em geral, o período vai de 7 a 25 de julho, dependendo do calendário escolar de cada província.

Agosto ou setembro: qual escolher?

Agosto: melhor para quem quer neve garantida

  • Excelente quantidade de neve
  • Menos movimentado que julho
  • Ótima época para esquiar
  • Quem quer esquiar ou praticar snowboard
  • Ideal para famílias que viajam com crianças
  • Super para viajantes que sonham em ver paisagens completamente brancas

📍 Dica: se pretende viajar em agosto, vale a pena reservar o alojamento com três a seis meses de antecedência, especialmente se viajar na primeira quinzena do mês ou em algum feriado.

Setembro: melhor para economizar

Setembro marca o fim da temporada de inverno. Os dias ficam mais longos, há menos turistas e os preços de hotéis e passagens costumam cair consideravelmente. É uma excelente opção para:

  • Preços mais baixos
  • Dias mais longos e ensolarados
  • Menos turistas
  • Viajantes que querem conhecer Bariloche sem as multidões do inverno

Apesar de ainda haver neve nas montanhas, algumas atividades podem encerrar suas operações no final do mês. Mas se você quer viajar gastando pouco em setembro, Bariloche é um dos melhores lugares para visitar

Observação: Neve na cidade ou apenas nas montanhas? Em junho e julho, há maior probabilidade de ver neve tanto no centro de Bariloche quanto nas montanhas, mas em agosto ainda é relativamente comum encontrá-la na cidade, embora possa derreter mais rapidamente. 

O que fazer em Bariloche no inverno?

Para começar, Fernando, nosso especialista local, diz que, se for sua primeira vez em Bariloche, o Cerro Catedral é imperdível no inverno. O Cerro Otto, com o teleférico e a confeitaria giratória, também é uma experiência inesquecível no inverno. E, se você tiver tempo, ele recomenda fazer o Circuito Chico completo, parando no Mirante, em Llao Llao e na Cervejaria Patagônia, no Km Zero.

1) Centro Cívico

O Centro Cívico é o cartão-postal mais famoso de Bariloche e costuma ser o primeiro lugar que os visitantes conhecem ao chegarem à cidade. Construído em 1940 com pedras e madeira, o complexo foi inspirado na arquitetura alpina europeia e abriga alguns dos edifícios mais importantes da cidade, como:

  • Prefeitura
  • Museu da Patagônia
  • Biblioteca Sarmiento
  • Secretaría de Turismo

Durante o inverno, o local ganha um charme especial, pois frequentemente fica coberto de neve e se transforma em um ponto de encontro para turistas e moradores.

Centro civico, Bariloche
Centro civico, Bariloche

O que fazer no Centro Cívico? Tirar a foto clássica de Bariloche, conhecer o Museu da Patagônia e aproveitar as chocolaterias e os cafés.

2) Tour gastronômico e chocolaterias: um dos grandes prazeres de Bariloche

A cidade recebeu forte influência de imigrantes suíços, alemães e italianos, o que contribuiu para a criação de uma culinária única, marcada por chocolates artesanais, carnes, trutas, cervejas e sobremesas típicas da Patagônia.

Bariloche é considerada a capital argentina do chocolate e realiza todos os anos a Festa Nacional do Chocolate, além de ter produzido algumas das maiores barras e dos maiores ovos de Páscoa do mundo.

O que experimentar em Bariloche:

  • Chocolate artesanal: as opções vão muito além das tradicionais caixas de bombons, do chocolate quente, dos alfajores artesanais, das barras recheadas, dos bombons de frutas vermelhas, dos chocolates com doce de leite e dos sorvetes artesanais.
  • Cordeiro patagônico: a carne é extremamente macia e costuma ser servida com legumes ou batatas.
  • Truta patagônica: Graças aos lagos da região, a truta é um dos peixes mais consumidos em Bariloche. Ela costuma ser preparada na manteiga, com amêndoas, defumada, acompanhada de cogumelos.
  • Fondue: muitos restaurantes oferecem fondue de queijo, de carne e de chocolate.
  • Cervejas artesanais: Bariloche também se tornou uma referência em cervejas artesanais na Argentina, com diversas cervejarias espalhadas pela cidade.
Fondue em Bariloche no inverno
Fondue em Bariloche

📍 Dica local: Fernando recomenda ir ao Rapa Nui (os criadores do Franui) e ao Mamuschka para comprar chocolate e café. Para cervejarias artesanais e comida, ele sugere ir ao Blest pelo ambiente aconchegante, ao Berlina pelas pizzas e ao Manush se você estiver procurando cerveja acompanhada de bons hambúrgueres. Para um restaurante tradicional, ele recomenda o La Fonda del Tío. E se você quiser algo típico da Patagônia, experimente o cordeiro na Família Weiss ou em alguma churrascaria da região.

3) Colônia Suíça (Colonia Suiza): um pedacinho da Europa na Patagônia

A Colônia Suíça é o povoado mais antigo de Bariloche e um dos passeios mais charmosos da região. Fundada no final do século XIX por imigrantes suíços, ela preserva até hoje um clima de vila de montanha, com casas de madeira, pequenas feiras de artesanato e restaurantes que servem pratos típicos da Patagônia.

O que fazer na Colônia Suíça? Passear pelas ruas da vila, conhecer a Feira Artesanal, experimentar o Curanto, fazer trilhas curtas, provar cervejas artesanais e doces regionais…

Como ir do centro de Bariloche até a Colônia Suíça? A opção mais econômica é usar o transporte público da Mi Bus. O trajeto leva aproximadamente 1 hora e você tem duas alternativas principais: pode pegar o ônibus da Linha 10, que sai diretamente do centro ou do Terminal, ou pegar o ônibus da Linha 20 do centro até a rotatória do quilômetro 18 da Avenida Bustillo e, de lá, fazer baldeação para a Linha 13 (que faz um trajeto direto até Colônia Suíça).

Distância do centro: cerca de 25 km (30 minutos de carro).

Tempo recomendado: meio-dia.

Ideal para: famílias, casais e amantes da gastronomia e da cultura local.

Cozinheiros preparando curanto na Colônia Suíça, em Bariloche
Cozinheiros preparando curanto na Colônia Suíça, em Bariloche

📍 Dica local: se estiver em Bariloche em um domingo, Fernando recomenda não perder o curanto da Colônia Suíça. O prato é preparado em um forno subterrâneo, com pedras quentes cobertas com folhas, onde carnes, linguiças, batatas, abóbora e outros ingredientes típicos da região são cozidos lentamente. É uma daquelas experiências autênticas que muitos turistas descobrem apenas quando recebem uma recomendação de um morador local.

4) Piedras Blancas: a melhor atividade para famílias

Piedras Blancas é um parque de neve que não exige experiência prévia e costuma ser um dos lugares favoritos das crianças. Ao contrário do Cerro Catedral, aqui o objetivo não é esquiar, mas simplesmente se divertir na neve.

As principais atrações incluem:

  • Trenós
  • Tirolesa
  • Tubing
  • Escorregadores na neve

Tempo recomendado: meio-dia.

Horário: todos os dias, das 9h às 17h

Preço médio: ingresso de $ 45.000 ARS (R$ 155) + atividades a partir de $ 60.000 ARS (R$ 208).

Ideal para: famílias com crianças.

Bariloche no inverno: vista de Piedras Blancas, Bariloche
Vista de Piedras Blancas, Bariloche

📍 Dica local: muitos moradores consideram o Piedras Blancas a melhor opção para crianças pequenas, pois é mais tranquilo e mais barato do que passar o dia inteiro no Cerro Catedral.

5) Cerro Otto: aproveite as melhores vistas dos arredores

O Cerro Otto é uma excelente opção para quem deseja ver neve sem precisar praticar esportes de inverno. A atração principal é o teleférico que sobe cerca de 1.400 metros até o topo da montanha.

No topo, há:

  • Mirantes
  • Caminhadas curtas
  • Restaurante giratório
  • Áreas para brincar na neve

Em dias de céu aberto, é possível avistar o Lago Nahuel Huapi, o Lago Moreno, o Cerro Catedral e a península de San Pedro.

Tempo recomendado: meio-dia.

Horário: das 10h às 16h30

Preço médio: ingresso a partir de $60.000 ARS (R$ 208), as atividades, a partir de $40.000 ARS (R$ 138).

Ideal para: famílias, casais e idosos.

O que fazer em Bariloche no inverno? Visitar dos teleféricos do Cerro Otto
Teleféricos do Cerro Otto, em Bariloche

6) Lanchar no restaurante giratório do Cerro Otto

É uma das experiências mais românticas de Bariloche! Mais do que um restaurante, a Confeitaria Giratória do Cerro Otto é uma experiência. Localizada a uma altitude de cerca de 1.405 metros, foi inaugurada em 1981 e é considerada a única confeitaria giratória da América do Sul. O salão realiza uma volta completa de 360° em aproximadamente 20 minutos, permitindo admirar a paisagem sem sair da mesa.

O que comer no restaurante? O local funciona mais como uma confeitaria e um café panorâmico do que como um restaurante tradicional. Entre as opções mais populares estão:

  • Chocolate quente
  • Café e bebidas quentes
  • Tortas e bolos artesanais
  • Sanduíches e refeições leves
  • Sobremesas típicas da Patagônia

Por isso, muitos viajantes preferem visitá-lo para um lanche da tarde ou um jantar leve acompanhado pela vista.

Horário: das 10h às 16h30

Preço médio: de $20.000 ARS (R$ 70) a $40.000 ARS (R$ 138) por pessoa.

Confeitaria Giratória do Cerro Otto, Bariloche
Confeitaria Giratória do Cerro Otto, Bariloche

7) Circuito Chico: o passeio clássico da Patagônia

O Circuito Chico é uma rota panorâmica de cerca de 60 quilômetros que percorre algumas das paisagens mais bonitas e começa e termina em Bariloche. Ao longo do percurso, você encontra lagos, montanhas, florestas e alguns dos cartões-postais mais famosos da Patagónia argentina.

Durante o passeio você passará por:

  • Hotel Llao Llao: considerado um dos hotéis mais emblemáticos da Argentina, destaca-se pela sua arquitetura alpina e pela vista privilegiada dos lagos Moreno e Nahuel Huapi. A entrada é gratuita para as áreas comuns, e muitos viajantes aproveitam para tomar um café ou almoçar no local.
  • Capela de São Eduardo: pequena igreja construída em madeira e pedra, rodeada por montanhas e lagos. É um dos lugares mais fotografados de Bariloche e a visita é gratuita.
  • Lago Moreno: conhecido pelas suas águas cristalinas e pela paisagem que muda de cor conforme a luz do dia.
  • Ponto Panorâmico: oferece uma das vistas mais impressionantes de Bariloche, com o Lago Moreno, a Península de San Pedro e o Cerro López ao fundo. O acesso é gratuito e vale a pena reservar alguns minutos para tirar fotos.
  • Península de San Pedro: uma área mais tranquila e menos turística, ideal para quem busca trilhas curtas e paisagens naturais.

Como fazer o Circuito Chico?

OpçãoPreço aproximado
Excursão guiadaR$ 138 a 243 por pessoa
Aluguel de carroR$ 138 a 415 por dia
Aluguel de bicicletaR$ 86 a 155 por dia

📍Dica: no inverno, o Circuito Chico de bicicleta não é recomendado para todos os viajantes, especialmente para quem não tem experiência para pedalar em estradas com desníveis ou em condições de frio intenso.

Quanto tempo reservar: entre 4 e 6 horas.

Ideal para: todos os perfis de viajantes.

Vista aérea do hotel Llao Llao em Bariloche
Vista aérea do hotel Llao Llao em Bariloche

8) Passeio pelo Lago Nahuel Huapi

O Lago Nahuel Huapi é o coração de Bariloche e um dos cenários mais impressionantes da Patagônia argentina. Com mais de 500 km² de extensão, ele é cercado por montanhas nevadas, bosques e pequenas penínsulas, criando uma paisagem que muda completamente ao longo do dia.

No inverno, o contraste entre a neve e o azul intenso do lago torna o local ainda mais bonito, o que o torna um dos lugares mais fotografados da cidade.

O que fazer no lago Nahuel Huapi? Caminhar pela orla, fazer um passeio de barco (saem do Puerto Pañuelo em direção ao Bosque de Arrayanes, à Isla Victoria e ao Puerto Blest), ver o pôr do sol, tirar fotos e mais.

Vistas do lago Nahuel Huapi, Bariloche
Vistas do lago Nahuel Huapi, Bariloche

📍Dica local: Fernando recomenda visitar o Lago Gutiérrez e a Cachoeira dos Duendes (cascada de los duendes), em vez de fazer o circuito clássico do Nahuel Huapi, pois é menos turístico, mais tranquilo e permite apreciar melhor a natureza

9) Cerro Catedral: o paraíso para quem quer esquiar

O Cerro Catedral é uma das estações de esqui mais importantes da América do Sul e o principal motivo que leva milhares de brasileiros a visitar Bariloche no inverno. O complexo conta com mais de 120 km de pistas esquiáveis, cerca de 35 meios de elevação (entre teleféricos, cadeiras e telecabines) e um desnível de aproximadamente 1.150 metros, da base ao ponto mais alto da estação. 

Ao todo, são mais de 50 pistas para todos os níveis de experiência: cerca de 20% destinadas a iniciantes, 40% a esquiadores intermediários e 40% a praticantes avançados e especialistas.

O que você encontra no Cerro Catedral:

  • Aulas de esqui e snowboard
  • Aluguel de equipamentos
  • Restaurantes e cafeterias
  • Mirantes com vista para os lagos
  • Teleféricos e cadeirinhas

Ideal para: aventureiros, famílias e amantes de esportes de inverno.

Horário: das 09h às 16h (pode variar de acordo com a estação do ano e as condições meteorológicas)

AtividadeO que incluiValor
Passe diário peatonAcesso aos meios de elevação, incluindo o teleférico até as áreas panorâmicas do Cerro Catedral.$ 90.000 ARS  (R$ 311)
Aula de esquiAula coletiva para iniciantes, geralmente com duração de 2 horas.$ 160.000 ARS  (R$ 554)
Aluguel de equipamentosConjunto de esqui ou snowboard, normalmente incluindo esquis ou prancha, botas e bastões.A partir de $ 68.500 ARS  (R$ 237) por día

Importante: o forfait pedestre é destinado a quem quer apenas subir ao Cerro Catedral para apreciar a paisagem, brincar na neve ou almoçar nos restaurantes da montanha. Para esquiar, é necessário adquirir um passe de esqui (ski pass), que dá acesso a todos os meios de elevação das pistas.

O que fazer em Bariloche no inverno? Snowboard da montanha no Cerro Catedral
Snowboard de montanha no Cerro Catedral, Bariloche

10) Cerro Campanario: a melhor vista de Bariloche

Apesar de ser menos famoso entre os brasileiros, muitos moradores consideram o Cerro Campanario o mirante mais bonito da região. A subida pode ser feita de teleférico ou a pé.

Do topo é possível ver:

  • Lago Nahuel Huapi
  • Lago Moreno
  • Península de San Pedro
  • Cordilheira dos Andes

A National Geographic já incluiu o local entre as vistas panorâmicas mais bonitas do mundo.

Quanto tempo reservar: duas horas. A subida na teleférica custa 30.000 ARS (R$ 103).

Ideal para: fotógrafos, casais e famílias.

📍 Dica local: Fernando recomenda ir ao Cerro Campanario em vez do Cerro Catedral. É possível subir de teleférico ou a pé e, segundo ele, é lá que se tem as vistas mais bonitas da região no inverno.

Vista do Cerro Campanario, Bariloche
Vista do Cerro Campanario, Bariloche

11) Caminhadas na neve (trekking)

As caminhadas guiadas na neve são uma excelente alternativa para quem quer entrar em contato com a natureza da Patagónia sem precisar esquiar. As excursões acontecem em áreas de montanha e florestas cobertas de neve, permitindo descobrir paisagens que muitos visitantes não chegam a conhecer.

As saídas costumam ser realizadas em locais como:

  • Cerro Otto
  • Refúgio Neumeyer e Vale do Challhuaco
  • Cerro Catedral
  • Cerro López, dependendo das condições climáticas e do nível de neve

As trilhas variam de acordo com o nível de dificuldade e geralmente incluem:

  • Raquetes de neve
  • Guia especializado
  • Paradas em mirantes e pontos panorâmicos
  • Em alguns casos, lanche ou bebida quente

Quanto tempo reservar: As excursões costumam durar entre 3 e 5 horas, embora também existam opções de dia inteiro para quem procura uma experiência mais aventureira.

Quanto custa? Os preços variam conforme a duração do passeio e os serviços incluídos, mas geralmente ficam entre  R$ 240 e 415 por pessoa.

Ideal para: aventureiros e viajantes ativos.

O que comprar em Bariloche?

Bariloche é um ótimo destino para comprar chocolates, produtos regionais, artesanato e lembranças inspiradas na Patagônia. Entre as opções mais populares estão:

  • Caixas de bombons
  • Chocolate em rama
  • Alfajores artesanais: Rapanui, El Bambi, Mamushka, Havana
  • Chocolate em pó para preparar bebidas quentes
  • Doce de leite argentino
  • Geleias de framboesa, rosa-mosqueta, amora e calafate
  • Mel patagônico
  • Frutas secas
  • Biscoitos artesanais
  • Conservas regionais
  • Produtos defumados: truta, javali, cervo, queijos e embutidos. Eles aparecem em lojas especializadas e em mercados de produtos regionais. (São lembranças gastronômicas interessantes, mas não são as mais simples de levar ao Brasil.)

⚠️ Atenção: produtos defumados de origem animal podem estar sujeitos a restrições sanitárias para entrada no Brasil. Antes de comprar, consulte as regras atualizadas da alfândega e do Ministério da Agricultura, pois alguns produtos podem exigir certificação sanitária ou até ter a sua entrada proibida.

  • Cervejas artesanais: algumas marcas conhecidas da região são Berlina, Blest e Wesley.
  • Artesanato patagônico: peças de lã (gorros, luvas e cachecóis), cerâmicas, tábuas e utensílios de madeira, joias com pedras da região, ilustrações e fotografias da Patagônia, pequenos objetos decorativos.
  • Facas e artigos de couro
  • Souvenirs tradicionais: ímãs, canecas, chaveiros, globos de neve, cartões-postais, miniaturas de São Bernardo(um dos símbolos turísticos de Bariloche), camisetas e moletons, objetos com imagens do Lago Nahuel Huapi e da Cordilheira dos Andes, roupas de montanha, peças de lã merino, e facas artesanais da mais alta qualidade.

📍Dica local

Além do chocolate, que todo mundo já compra, a loja oferece produtos à base de rosa mosqueta, como óleo ou geléia, doces e licor de calafate e, principalmente, peixes defumados da Patagônia (como truta, salmão, veado ou javali), que são uma delícia. Um growler (garrafa reutilizável) de cerveja artesanal para levar também é uma boa opção, e os temperos da Família Weiss são muito especiais.

Onde fazer compras em Bariloche?

LocalO que comprarMelhor para
Rua MitreChocolates, alfajores e souvenirsPrimeira visita
Centro CívicoLembranças tradicionaisCompras rápidas
Feiras artesanaisCerâmica, lã, madeira e joiasProdutos locais
Colônia SuíçaGeleias, artesanato e alimentos regionaisCompras mais autênticas
CervejariasCervejas, copos e kitsPresentes gastronômicos
Lojas de produtos regionaisDoces, mel, conservas e defumadosMontar uma cesta

📍 Dica local: para presentes, os alfajores costumam ser mais práticos do que os bombons, pois resistem melhor ao transporte. Para você, compre uma pequena caixa de chocolates variados e experimente-os antes de escolher uma marca favorita.

Quanto custa uma viagem para Bariloche?

O custo depende da época escolhida e do estilo de viagem. Em média, uma viagem de seis dias a Bariloche, saindo do Brasil, custa entre R$ 5.400 e R$ 19.000 por pessoa, incluindo passagens, hospedagem, alimentação, transporte e atividades. Os valores podem aumentar consideravelmente em julho, durante as férias escolares, e diminuir em junho ou em setembro.

Viagem econômica

Ideal para quem viaja em junho ou setembro, escolhe uma hospedagem simples, usa transporte público e prioriza atrações gratuitas ou mais baratas.

CategoriaCusto aproximado por pessoa
Passagem aérea (saindo de São Paulo)R$ 2.000 a R$ 2.500
Hospedagem por 5 noites (quarto compartilhado ou pousada simples) R$ 2.000
AlimentaçãoR$ 700
Transporte local e aeroportoR$ 200
Passeios e atividadesR$ 500
Total estimadoR$ 5.400 a R$ 5.900
*Os preços são meramente indicativos e podem variar de acordo com a época do ano, a disponibilidade e a taxa de câmbio

Esse orçamento pode incluir passeios pelo Centro Cívico, pelo Lago Nahuel Huapi, pelo Circuito Chico e pelo Cerro Campanario, mas não inclui um dia completo de esqui. (Alta temporada)

Viagem de orçamento médio

É a opção mais próxima do perfil da maioria dos turistas brasileiros: hotel de categoria intermediária, refeições em restaurantes e algumas atividades na neve.

CategoriaCusto aproximado por pessoa
Passagem aérea (saindo de São Paulo)R$ 2.500 a R$ 3.500
Hospedagem por 5 noites (quarto duplo)R$ 3.500
AlimentaçãoR$ 1.200
Transporte e trasladosR$ 350
PasseiosR$ 1.200
Um dia de esquiR$ 550
Total estimadoR$ 8.500 a R$ 10.500
*Os preços são meramente indicativos e podem variar conforme a época do ano, a disponibilidade e a taxa de câmbio. 

O valor inclui atividades como Cerro Otto, Piedras Blancas, Circuito Chico, Cerro Campanario e um dia no Cerro Catedral. (Alta temporada)

Viagem de luxo

Indicada para quem deseja se hospedar em hotéis de alto padrão, contratar traslados privados, comer em restaurantes sofisticados e passar vários dias de esqui.

CategoriaCusto aproximado por pessoa
Passagem aérea (saindo de São Paulo)R$ 4.000 a R$ 5.000
Hospedagem por 5 noites (quarto duplo)R$ 8.000 a R$ 15.000
AlimentaçãoR$ 2.000
Traslados privadosR$ 500
Passeios e dias de esquiR$ 3.000
Compras e gastos extrasR$ 1.500
Total estimadoR$ 19.000 a R$ 27.000
*Os preços são meramente indicativos e podem variar de acordo com a época do ano, a disponibilidade e a taxa de câmbio.

Resumo do orçamento

Tipo de viagemCusto médio por pessoa
EconômicaR$ 5.400 a R$ 5.900
IntermediáriaR$ 8.500 a R$ 10.500
LuxoR$ 19.000 a R$ 27.000
*Os preços são meramente indicativos e podem variar de acordo com a época do ano, a disponibilidade e a taxa de câmbio

Como economizar em Bariloche

  • Viaje em junho ou setembro
  • Reserve hotéis com antecedência
  • Compre passeios online
  • Alugue roupas de neve
  • Aproveite o câmbio favorável na Argentina

Quantos dias ficar em Bariloche?

Embora seja possível conhecer os principais pontos turísticos em apenas três dias, o ideal é passar entre cinco e sete dias em Bariloche para aproveitar a neve com mais calma, fazer passeios pelos arredores e ter flexibilidade caso o clima mude os planos. 

A duração ideal da viagem depende do seu orçamento, do interesse por atividades na neve e do ritmo que pretende dar à viagem.

DuraçãoItinerário recomendadoIdeal paraCusto médio por pessoa*
3 diasCentro Cívico, Lago Nahuel Huapi, chocolaterias, Cerro Catedral e Cerro Otto com Piedras BlancasQuem tem pouco tempo ou quer uma escapadela de invernoR$ 5.500
5 diasInclui o roteiro de 3 dias + Circuito Chico, Cerro Campanario e Colônia SuíçaPrimeira viagem a Bariloche e famíliasR$ 8.500 
7 diasInclui o roteiro de 5 dias + Villa La Angostura, Bosque de Arrayanes, um dia extra de esqui ou trekking na neveQuem quer conhecer a região com calma e aproveitar várias atividades de invernoR$ 10.000
*Valores aproximados por pessoa para uma viagem de inverno saindo de São Paulo e podem variar conforme a época e o tipo de hospedagem.

Nossa recomendação: Se for a sua primeira vez em Bariloche, reserve pelo menos cinco dias. Esse período permite conhecer os principais cartões-postais da cidade, aproveitar as atividades na neve e ainda ter margem para reorganizar o roteiro caso o clima não colabore em algum dia.

O que vestir em Bariloche no inverno?

Em Bariloche no inverno, as temperaturas costumam variar entre -2°C e 8°C, mas a sensação térmica pode ser menor, especialmente em dias de neve, com vento ou nas montanhas, como no Cerro Catedral. O segredo para não sentir frio em Bariloche é vestir-se em camadas.

Como se vestir em camadas:

  • Primeira camada: roupa térmica (segunda pele). É a camada que fica em contato direto com a pele e cuja função é manter o calor do corpo, absorver o suor e evitar a sensação de umidade. O que usar? Camiseta térmica, calça térmica, meias térmicas.

Evite roupas de algodão, pois elas absorvem a umidade e intensificam a sensação de frio.

  • Segunda camada: isolamento térmico. Essa camada serve para reter o calor corporal, mas o que usar? Fleece, suéter de lã, moletom grosso, jaqueta de plumas.

Essa camada pode ser mais ou menos espessa dependendo da temperatura do dia.

  • Terceira camada: proteção contra a água e o vento, sendo a mais importante para quem pretende brincar na neve. O que usar? jaqueta impermeável, calça impermeável, corta-vento.

A neve molhada e o vento podem fazer você sentir muito mais frio do que a temperatura indicada pelo termômetro.

📍 Dica local: para passear no centro de Bariloche, você não precisa usar roupas de esqui o tempo todo. Para fazer compras ou jantar, normalmente é suficiente: camiseta térmica, suéter, casaco de inverno, calça, botas ou tênis fechados.

O que vestir para brincar na neve e para esquiar? 

Se você for ao Cerro Otto, Piedras Blancas ou Cerro Catedral, o ideal é usar:

  • Segunda pele, fleece, calça impermeável, jaqueta impermeável, luvas impermeáveis, botas de neve, gorro.

Para esquiar ou praticar snowboard, é recomendável usar:

  • Roupa térmica, fleece, jaqueta de esqui, calça de esqui, meias térmicas, luvas impermeáveis, óculos de sol ou máscara.

📍 Dica local: A maior parte dos equipamentos pode ser alugada em Bariloche. Muitas lojas no centro da cidade oferecem aluguel por dia.

O que usar em Bariloche no inverno a cada mês?

MêsSegunda peleCasaco térmicoLuvasGorro
JunhoSimSimSimSim
JulhoObrigatórioObrigatórioObrigatórioObrigatório
AgostoObrigatórioObrigatórioObrigatórioObrigatório
SetembroSimRecomendadoSimRecomendado

O que levar na mala para Bariloche no inverno

Preparar a mala para Bariloche é mais simples do que parece. O segredo é levar roupas versáteis e alguns itens que ajudam a enfrentar o frio, a neve e o clima seco da Patagônia.

  • Documentos e itens essenciais: passaporte ou RG em bom estado (emitido há menos de 10 anos), seguro de viagem, cartões de crédito e débito, dinheiro em espécie para pequenas despesas, reservas de hotel e de passeios, carteira de habilitação (caso pretenda alugar um carro).
  • Roupas para o dia a dia: 3 a 4 camisetas térmicas, 2 ou 3 suéteres ou fleeces, 2 calças confortáveis, 1 ou 2 jeans, roupas para dormir, roupas íntimas suficientes para toda a viagem.
  • Roupas para brincar na neve ou esquiar
  • Óculos de sol
  • Mochila pequena: perfeita para levar água, luvas, câmera, protetor solar, casaco extra.
  • Garrafa térmica: Muito útil para levar chá ou café durante os passeios.
  • Produtos de higiene e cuidados pessoais: protetor solar, hidratante labial, hidratante para as mãos, creme hidratante para o rosto, medicamentos de uso contínuo, remédios básicos para dor de cabeça e resfriado.
  • Carregador portátil (power bank).
  • Adaptador universal o plug para Argentina.
  • Fones de ouvido.
  • Uma eSIM Argentina da Holafly com dados ilimitados para ter Internet na Argentina, consultar mapas, solicitar transporte, reservar restaurantes, partilhar fotos em tempo real e manter contacto com a família.

Onde ficar em Bariloche no inverno?

Escolher bem a hospedagem em Bariloche pode fazer toda a diferença na sua viagem. A cidade possui três regiões principais para se hospedar no inverno:

  • Centro de Bariloche: melhor para quem quer praticidade e economizar.
  • Cerro Catedral: ideal para quem pretende esquiar todos os dias.
  • Avenida Bustillo e arredores do Lago Nahuel Huapi: perfeitos para quem busca tranquilidade e vistas incríveis.

A melhor opção depende do seu estilo de viagem, do orçamento e do número de dias que você ficará na cidade.

Apartamentos e cabanas: uma boa opção para famílias

Se estiver a viajar com crianças, em grupo ou se pretender passar mais de cinco dias em Bariloche, vale a pena considerar um apartamento, uma cabana ou um alojamento com cozinha equipada. Além de oferecerem mais espaço e privacidade, estes alojamentos permitem preparar algumas refeições e reduzir os gastos com restaurantes.

Os preços variam conforme a localização e a época do ano, mas, em média, pode esperar:

Tipo de alojamentoCapacidadePreço aproximado por noite*
Apartamento no centro2 a 4 pessoasA partir R$ 400
Cabana nos arredores4 a 6 pessoasA partir  R$ 600
Apartamento premium com vista para o lago2 a 6 pessoasA partir de R$ 1.200
*Valores aproximados para a temporada de inverno e sujeitos a variações conforme a antecedência da reserva e o mês da viagem.

📍 Dica: julho e agosto são os meses mais procurados em Bariloche. Se pretende ficar numa cabana ou apartamento para toda a família, o ideal é reservar a hospedagem com pelo menos três a seis meses de antecedência, já que as opções com melhor relação custo-benefício costumam esgotar rapidamente.

Hotéis recomendados

LocalizaçãoHotelIdeal paraPreço médio por noite
No centroHostería PiukeJovens, mochileiroA partir de R$ 407
No centroHotel Ayres del NahuelJovens, mochileiroA partir de R$ 466
No centroHotel TirolTodos os perfisA partir de R$ 402
No centroHampton by Hilton BarilocheTodos os perfisA partir de R$ 1170
Cerro Catedral Catedral SurJovens, mochileiroA partir de R$ 1094
Cerro Catedral Galileo Boutique HotelCasaisA partir de R$ 600
Cerro Catedral Club Hotel CatedralTodos os perfisA partir de R$ 687
Avenida BustilloBosque del NahuelTodos os perfisA partir de R$ 865
Avenida Bustillo Charming Residences & Suites with Private SpaCasaisA partir de R$ 340
Avenida Bustillo Águila Mora Suites & SpaCasaisA partir de R$ 783

Recomendação

Se o orçamento permitir, o Llao Llao é praticamente uma atração turística por si só. O que esperar? Vista para dois lagos, campo de golfe, spa, piscinas, restaurantes de alto nível. Preço médio no inverno: R$ 1018–4000 por noite. Se você quiser conhecer o Hotel Llao Llao sem se hospedar lá, pode fazer uma refeição em seus restaurantes, já que o acesso é permitido ao público em geral, desde que faça uma reserva prévia.

Como chegar a Bariloche saindo do Brasil?

Chegar a Bariloche é mais fácil do que muitos brasileiros imaginam. A cidade possui um aeroporto internacional, boas conexões aéreas e diversas opções de transporte a partir de Buenos Aires.

As principais companhias aéreas que operam a rota entre o Brasil e Bariloche são:

  • LATAM: oferece voos a partir de São Paulo, Rio de Janeiro e outras capitais brasileiras, geralmente com conexão em Santiago ou Buenos Aires.
  • Aerolineas Argentinas: é uma das opções mais populares para chegar a Bariloche, com conexões via Buenos Aires e voos frequentes durante a temporada de inverno.
  • GOL: costuma disponibilizar voos em parceria com outras companhias e, em alguns anos, opera rotas sazonais para Bariloche.
  • JetSMART: companhia de baixo custo que pode ser uma boa alternativa para quem procura tarifas mais económicas, normalmente com conexão em Buenos Aires ou Santiago.
Cidade de partidaEscalas mais comunsTempo médio de viagemPreço médio no inverno
São PauloBuenos Aires ou Santiago6 a 9 horasR$ 2.000 – 3.560
Rio de JaneiroSão Paulo, Buenos Aires ou Santiago8 a 12 horasR$ 1.884 – 3.410
Porto AlegreBuenos Aires5 a 8 horasR$ 3.817 – 4.784
BrasíliaSão Paulo e Buenos Aires9 a 13 horasR$ 3.360 – 4.698
*Os preços podem variar bastante de acordo com a antecedência da compra, os feriados e as férias escolares.

Como ir do aeroporto ao centro de Bariloche?

O aeroporto fica a aproximadamente 20 minutos do Centro Cívico. Você pode chegar ao hotel de táxi (tempo: 20 minutos/preço médio: R$ 76-125), de transfer compartilhado (tempo: 25 minutos/preço médio: R$ 40-76), de Uber ou DiDi, ou por aluguel de carro.

📍 Dica local: no inverno, dirigir na neve pode ser desafiador para quem não está acostumado. Se for alugar um carro, escolha um veículo adequado às condições da temporada e informe-se sobre as exigências locais antes de pegar a estrada.

Perguntas frequentes sobre Bariloche no inverno

Como é o clima em Bariloche no inverno?

O inverno em Bariloche é frio, com temperaturas médias entre -2 °C e 8 °C de junho a setembro. Julho e agosto são os meses mais frios e com maior probabilidade de neve, tanto nas montanhas quanto, em alguns dias, no centro da cidade. As manhãs e as noites costumam ter temperaturas abaixo de zero, enquanto, durante o dia, os termômetros geralmente ficam entre 3 °C e 8 °C.

O que fazer em Bariloche além de esquiar?

No inverno, você pode fazer o Circuito Chico, subir ao Cerro Otto e ao Cerro Campanario, visitar as chocolaterias do centro, conhecer a Colônia Suíça, passear às margens do Lago Nahuel Huapi, brincar na neve em Piedras Blancas, fazer caminhadas com raquetes de neve (trekking) ou realizar passeios para Villa La Angostura e o Bosque de Arrayanes.

Por quantos dias é ideal ficar em Bariloche?

Entre cinco e sete dias.

Qual o mês com mais neve?

Julho costuma apresentar as melhores condições.

Setembro ainda tem neve?

Sim, mas principalmente nas áreas mais altas, como o Cerro Catedral e outros pontos de maior altitude. Em setembro, ainda é possível esquiar e aproveitar atividades na neve, mas nem sempre há neve acumulada no centro de Bariloche, pois as temperaturas começam a subir e a neve derrete mais rapidamente.

Vale a pena fazer conexão em Buenos Aires?

Na maioria das vezes, sim. Buenos Aires concentra a maior oferta de voos para Bariloche e costuma oferecer mais opções de horários, tarifas mais competitivas e maior disponibilidade de passagens. Além disso, alguns viajantes aproveitam para passar um ou dois dias na capital argentina antes de seguir viagem.

Vale a pena alugar roupa de neve?

Sim, especialmente se esta for a sua primeira viagem a Bariloche. Alugar roupas de neve costuma ser mais económico do que comprar peças específicas que talvez sejam usadas apenas uma vez. É possível alugar casacos, calças impermeáveis, botas e acessórios por dia ou por vários dias.

É necessário alugar um carro em Bariloche?

Não. Muitas atrações podem ser visitadas com excursões, táxis, aplicativos de transporte ou autocarros locais. No entanto, alugar um carro pode valer a pena para quem pretende explorar a região com mais liberdade, visitar lugares como Villa La Angostura ou fazer o Circuito Chico no seu próprio ritmo.

Bariloche é um bom destino para viajar com crianças?

Sim. Bariloche é um dos destinos de inverno mais procurados por famílias na América do Sul. Além das atividades de esqui, há atrações para todas as idades, como Piedras Blancas, passeios de teleférico, parques de neve, chocolaterias e excursões em meio à natureza.

É possível pagar com cartão em Bariloche?

Sim. Hotéis, restaurantes, supermercados e a maioria das lojas aceitam cartões de crédito e débito internacionais. Ainda assim, é recomendável ter algum dinheiro em espécie para pequenas compras, feiras de artesanato ou estabelecimentos menores.

Vale a pena levar pesos argentinos ou trocar dinheiro em Bariloche?

O ideal é levar uma pequena quantia em pesos argentinos para despesas do dia a dia e utilizar cartões para a maior parte dos pagamentos. Como as condições cambiais podem mudar com frequência na Argentina, vale a pena verificar as opções de câmbio e os meios de pagamento mais vantajosos antes da viagem.

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Francis Márquez

Francis Márquez

Content Manager

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