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Aldeias abandonadas em Portugal: 10 lugares que vale a pena conhecer

De povoações submersas a aldeias recuperadas, descubra dez lugares com histórias distintas. Um guia com contexto histórico, acessos e cuidados essenciais para preparar a sua visita.

Ruben Gomes

Publicado: Outubro 29, 2026

As aldeias abandonadas em Portugal contam histórias muito diferentes. Algumas perderam habitantes devido ao isolamento, à emigração e à falta de trabalho; outras foram evacuadas para dar lugar a barragens, enquanto certas povoações recuperaram a vida através do turismo rural.

Este guia reúne aldeias desabitadas, núcleos quase vazios, lugares submersos e povoações recuperadas. Em cada caso, explicamos o que aconteceu, o que ainda pode ver e que cuidados deve ter antes da visita.

Descubra também as melhores histórias sobre lugares e castelos assombrados em Portugal na nossa edição especial.

Resumo

  • O despovoamento rural resulta de vários fatores, incluindo emigração, envelhecimento da população, falta de emprego, acessos difíceis, mecanização agrícola e construção de barragens.
  • Nem todas as aldeias desta lista estão abandonadas: Drave está desabitada, Pedralva foi recuperada para turismo e a antiga Aldeia da Luz permanece submersa.
  • Vilarinho da Furna destaca-se pela memória da vida comunitária; Colmeal, pelo despejo judicial dos moradores; Broas, pela arquitetura saloia; e Safira, pelo património religioso em ruínas.
  • Muitos edifícios são instáveis e pertencem a particulares. Observe-os do exterior e não entre em casas, terrenos ou estruturas sem autorização.
  • Confirme sempre o estado dos acessos, a meteorologia, os percursos pedestres e eventuais restrições antes de sair.

10 aldeias abandonadas em Portugal

As aldeias abandonadas em Portugal existem principalmente devido ao êxodo rural e à desertificação do interior, ao envelhecimento da população, à falta de emprego, aos acessos difíceis e à mecanização da agricultura.

A seguir, vais encontrar as histórias de algumas das aldeias abandonadas mais conhecidas de Portugal.

Drave

Drave é uma aldeia histórica e desabitada, situada no concelho de Arouca, inserida no Arouca Geopark.
Drave é uma aldeia histórica e desabitada, situada no concelho de Arouca, inserida no Arouca Geopark.

Onde fica: Drave pertence ao município de Arouca, no distrito de Aveiro, e encontra-se entre as serras da Freita, de São Macário e da Arada. A aldeia não tem acesso rodoviário convencional e fica a quatro quilómetros de Regoufe, atravessada pela ribeira de Palhais.

Por que foi abandonada: O isolamento, a ausência de estrada e de infraestruturas modernas, a saída das gerações mais novas e o envelhecimento dos restantes moradores conduziram ao despovoamento gradual. Atualmente, não existem residentes permanentes.

O que ainda pode ver: Subsistem casas de pedra, a pequena capela, antigos espaços agrícolas e cursos de água. Parte das casas e dos terrenos pertence ao Corpo Nacional de Escutas, que mantém em Drave um centro para caminheiros e participa na conservação de algumas estruturas.

Como chegar: O percurso recomendado é o PR14, que parte da Capela de Santo Amaro, em Regoufe. São cerca de quatro quilómetros em cada sentido, por terreno montanhoso e pedregoso.

É possível visitar? Sim, a pé. Respeite as propriedades, não perturbe atividades escutistas e prepare-se para uma caminhada sem serviços de apoio na aldeia.

Vilarinho da Furna

Vilarinho da Furna é uma antiga aldeia comunitária localizada no concelho de Terras de Bouro, no distrito de Braga.
Vilarinho da Furna é uma antiga aldeia comunitária localizada no concelho de Terras de Bouro, no distrito de Braga.

Onde fica: A antiga aldeia de Vilarinho da Furna encontra-se sob a albufeira do rio Homem, no município de Terras de Bouro, distrito de Braga, dentro do Parque Nacional da Peneda-Gerês. A barragem foi concluída em 1972.

Por que foi abandonada: A população foi deslocada para permitir a construção e o enchimento da barragem hidroelétrica. O caso distingue-se de outras aldeias desertas em Portugal porque o abandono não resultou de um êxodo espontâneo, mas de uma intervenção planeada no território.

O que ainda pode ver: Quando o nível da água desce significativamente, podem surgir muros, caminhos e fundações. A memória da aldeia comunitária está preservada no Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna, em Campo do Gerês.

Como chegar: O acesso principal faz-se de carro até Campo do Gerês e à zona da barragem. A visita ao museu é a forma mais segura e informativa de compreender a antiga povoação.

É possível visitar? A albufeira e os miradouros envolventes podem ser visitados, mas a visibilidade das ruínas depende do nível da água. Não desça ao leito sem confirmação das condições e orientações locais.

Broas

A Aldeia das Broas é uma pequena aldeia fantasma e medieval localizada a cerca de 40 km de Lisboa.
A Aldeia das Broas é uma pequena aldeia fantasma e medieval localizada a cerca de 40 km de Lisboa.

Onde fica: Broas situa-se sobretudo no município de Mafra, perto de Cheleiros, embora parte do antigo núcleo atravesse o limite administrativo de Sintra. Desenvolve-se numa encosta sobre o vale de Cheleiros, a cerca de 40 quilómetros de Lisboa.

Por que foi abandonada: Em meados do século XX, viviam aqui cerca de 25 pessoas. A falta de água canalizada, eletricidade, acessos rodoviários e condições de habitabilidade, juntamente com a atração do emprego urbano e industrial, provocou uma saída progressiva. A última residente deixou a aldeia em 1977.

O que ainda pode ver: Restam casas saloias, edifícios agrícolas, fornos, poços, eiras, chaminés, cantareiras e outros elementos associados à vida doméstica. O conjunto está degradado e vários objetos foram retirados ou destruídos após o abandono.

Como chegar: A aproximação pode ser feita por Cheleiros, Faião ou Almourquim, mas o troço final percorre caminhos rurais. O carro deve ficar num local permitido, sem bloquear acessos agrícolas.

É possível visitar? É possível observar o núcleo durante uma caminhada, mas as ruínas e os terrenos têm proprietários. Não entre nos edifícios, mesmo quando parecem acessíveis.

A-dos-Ralhados

A-dos-Ralhados é uma pequena localidade em ruínas que fica situada entre o concelho de Sintra e a freguesia de Algueirão-Mem Martins, no distrito de Lisboa
A-dos-Ralhados é uma pequena localidade em ruínas situada entre o concelho de Sintra e a freguesia de Algueirão-Mem Martins, no distrito de Lisboa.

Onde fica: O antigo Casal de A-dos-Ralhados localiza-se no município de Sintra, aproximadamente quatro quilómetros a nordeste de Algueirão-Mem Martins. A sua envolvente foi alterada pela expansão industrial e pela construção de novas vias.

Por que foi abandonada: O núcleo terá acolhido apenas algumas famílias. A substituição da agricultura de subsistência pelo trabalho assalariado em Lisboa, Pero Pinheiro, Lourel e Mem Martins contribuiu para a saída dos residentes durante a segunda metade do século XX. No início da década de 1980 já estava desabitado.

O que ainda pode ver: As ruínas incluem um portal, pátio, habitações, forno de pão, adega, currais e vestígios de um lagar de varas. Foram também identificados materiais pré-históricos e elementos funerários romanos, posteriormente levados para o Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas.

Como chegar: O acesso faz-se de carro até à envolvente de Algueirão-Mem Martins e depois por caminhos locais. Não existe um itinerário turístico estruturado até às ruínas.

É possível visitar? O exterior pode ser observado com prudência, mas trata-se de uma propriedade em ruína, sem condições preparadas para visitantes. Evite aproximar-se das paredes instáveis.

Banrezes

Onde fica: Banrezes pertence ao município de Macedo de Cavaleiros, distrito de Bragança, nas proximidades de Vale da Porca, do rio Azibo e do Santuário de Santo Ambrósio. Fica aproximadamente 15 quilómetros a nordeste de Macedo de Cavaleiros.

Por que foi abandonada: A Câmara Municipal relaciona o abandono com uma epidemia que terá atingido a pequena população, levando os sobreviventes a partir. Contudo, relatos locais também apontam a emigração e o progressivo desaparecimento da comunidade, pelo que não é prudente atribuir todo o processo a uma única causa.

O que ainda pode ver: O antigo núcleo apresenta sobretudo paredes de casas e outros vestígios do edificado rural. A paisagem transmontana e a proximidade do Azibo ajudam a enquadrar a povoação no território.

Como chegar: A aproximação mais simples faz-se de carro através de Vale da Porca, seguindo depois por caminhos rurais. Confirme localmente o estado do último troço.

É possível visitar? Não é uma atração organizada. Observe as ruínas do exterior, mantenha-se nos caminhos e não parta do princípio de que todo o núcleo é público.

Safira

A Aldeia de Safira é conhecida pelo seu isolamento e pela sua mística.
A Aldeia de Safira é conhecida pelo seu isolamento e pela sua mística.

Onde fica: Safira situa-se no município de Montemor-o-Novo, distrito de Évora, na área de Silveiras. Encontra-se perto da EN4, a aproximadamente 20 quilómetros de Montemor-o-Novo, numa paisagem marcada por grandes propriedades rurais.

Por que foi abandonada: A perda de trabalho agrícola, o isolamento e a procura de melhores condições de vida conduziram ao despovoamento. Na região de Montemor-o-Novo, a mecanização agrícola reduziu a necessidade de mão de obra e incentivou deslocações para Lisboa, Setúbal e para o estrangeiro.

O que ainda pode ver: Destacam-se as ruínas da Igreja de Nossa Senhora da Natividade de Safira, construída no século XV e ampliada no século XVI, além do cemitério, restos de casas e estruturas dispersas.

Como chegar: O município inclui Safira num itinerário rodoviário entre Montemor-o-Novo, Escoural, São Brissos e São Cristóvão. O último acesso pode apresentar piso irregular.

É possível visitar? A paisagem pode ser percorrida com cuidado, mas a igreja encontra-se parcialmente arruinada. Não entre no edifício nem passe vedações.

Colmeal

A Aldeia do Colmeal é conhecida como uma das mais emblemáticas e trágicas "aldeias fantasma" de Portugal.
A Aldeia do Colmeal é conhecida como uma das mais emblemáticas “aldeias fantasma” de Portugal.

Onde fica: Colmeal encontra-se na Serra da Marofa, no município de Figueira de Castelo Rodrigo, distrito da Guarda. O núcleo histórico desenvolve-se num vale e numa encosta junto à ribeira do Colmeal.

Por que foi abandonada: Em julho de 1957, os moradores foram despejados por ordem judicial, no âmbito de um conflito de propriedade. Catorze famílias foram obrigadas a abandonar o lugar, que permaneceu desabitado durante décadas.

O que ainda pode ver: Subsistem ruínas da povoação, a igreja do século XV, o antigo solar, casas de xisto e granito e vestígios da organização medieval. O conjunto foi posteriormente integrado num projeto de turismo rural.

Como chegar: O acesso histórico parte da EN221, junto ao quilómetro 139, por um caminho rural. A viagem é mais prática de carro, a partir de Figueira de Castelo Rodrigo.

É possível visitar? Colmeal já não deve ser apresentado simplesmente como uma aldeia abandonada: atualmente, o núcleo integra um empreendimento turístico privado. Confirme as condições de acesso antes da deslocação e não percorra áreas reservadas a hóspedes sem autorização.

Póvoa Dão

A aldeia medieval de Póvoa Dão é um dos casos mais fascinantes de despovoamento, reconstrução e reviravoltas imobiliárias em Portugal.
A aldeia medieval de Póvoa Dão é um dos casos mais fascinantes de despovoamento, reconstrução e reviravoltas imobiliárias em Portugal.

Onde fica: Póvoa Dão pertence à freguesia de Silgueiros, no município de Viseu, e fica a cerca de 14 quilómetros da cidade. O núcleo está rodeado por floresta, vinhas e terrenos próximos do rio Dão.

Por que foi abandonada: A saída de moradores acentuou-se nas décadas de 1960 e 1970. A aldeia foi adquirida em 1995 e recuperada como empreendimento turístico, mas as dificuldades financeiras da empresa responsável conduziram a uma segunda fase de abandono. Em 2025, parte do conjunto foi vendida judicialmente a um novo investidor.

O que ainda pode ver: Existem casas de granito recuperadas e inacabadas, capela, caminho antigo, restaurante e estruturas desportivas. Algumas habitações pertencem a particulares e têm utilização como segunda residência ou alojamento.

Como chegar: O acesso faz-se de carro por Silgueiros, seguindo depois pelas vias locais. Não conte com transportes públicos até ao interior do núcleo.

É possível visitar? A situação de propriedade é complexa e o conjunto não funciona como atração pública convencional. Confirme previamente se existe acesso autorizado e não entre em edifícios fechados ou terrenos privados.

Pedralva

A Aldeia da Pedralva, já não está abandonada, tendo sido totalmente recuperada e transformada num projeto de turismo rural.
A Aldeia da Pedralva já não está abandonada, tendo sido totalmente recuperada e transformada num projeto de turismo rural.

Onde fica: Pedralva situa-se no município de Vila do Bispo, entre esta vila e a Carrapateira, no interior do Algarve. Fica a cerca de 15 quilómetros de Sagres e integra a envolvente do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.

Por que foi abandonada: A aldeia perdeu habitantes ao longo do final do século XX, sobretudo devido ao êxodo para centros urbanos e à degradação das casas. Em 2006, tinha nove residentes originais e cerca de 50 edifícios em avançado estado de ruína.

O que ainda pode ver: Um projeto de recuperação reabilitou casas segundo a traça rural, ruas, canalizações, iluminação, forno comunitário e antiga escola. Em 2010, a aldeia reabriu com alojamentos e restauração.

Como chegar: A forma mais prática é de carro pela estrada entre Vila do Bispo e Carrapateira, seguindo a indicação para Pedralva.

É possível visitar? Sim. Pedralva é hoje uma aldeia turística recuperada, não uma povoação abandonada. Pode passear pelas ruas, mas deve respeitar a privacidade dos residentes, hóspedes e negócios locais.

Antiga Aldeia da Luz

A Nova Aldeia da Luz é uma localidade no concelho de Mourão, distrito de Évora, construída em 2002 para realojar a população da antiga Aldeia da Luz
A Nova Aldeia da Luz é uma localidade no concelho de Mourão, no distrito de Évora, construída em 2002 para realojar a população da antiga Aldeia da Luz.

Onde fica: A antiga Aldeia da Luz situava-se no município de Mourão, distrito de Évora. Ficou submersa pela albufeira do Alqueva, enquanto a população foi transferida para uma nova aldeia construída a poucos quilómetros.

Por que foi abandonada: A deslocação resultou diretamente da construção da Barragem de Alqueva. Este não foi um caso de êxodo rural: a comunidade foi realojada e a nova Aldeia da Luz continua habitada.

O que ainda pode ver: O principal ponto de visita é o Museu da Luz, criado para interpretar a transformação da paisagem e preservar a memória social, etnográfica e arqueológica da antiga povoação. O Monte dos Pássaros é uma das estruturas associadas à aldeia anterior que permaneceu acima da água.

Como chegar: A nova Luz fica a cerca de 65 quilómetros de Évora, seguindo por Reguengos de Monsaraz e Mourão. Existe estacionamento junto ao museu.

É possível visitar? A aldeia antiga não é normalmente visitável por estar submersa. Se surgirem vestígios durante períodos de seca, não entre na albufeira nem se aproxime de estruturas expostas sem indicação das autoridades.

É seguro visitar aldeias abandonadas em Portugal?

O risco varia conforme o estado das ruínas, o terreno e os acessos. Uma aldeia recuperada como Pedralva apresenta condições muito diferentes de Broas, Safira ou A-dos-Rolhados, onde existem paredes degradadas e espaços sem preparação turística.

O principal perigo é o desabamento de paredes, telhados, pavimentos ou chaminés. Não entre num edifício só porque a porta está aberta e nunca suba a muros ou estruturas. Buracos, poços sem proteção e pisos cobertos por vegetação podem ser difíceis de identificar.

A ausência de moradores também não transforma uma aldeia em espaço público. Casas, campos, ruínas e caminhos podem pertencer a particulares. Não atravesse vedações, não abra portões e não retire pedras ou objetos.

Em locais remotos, conte ainda com vegetação densa, pedras soltas, lama, desníveis e caminhos degradados. Leve água, calçado apropriado, proteção solar, roupa adequada à estação e uma localização guardada para consulta offline.

A rede móvel pode ser fraca ou inexistente, especialmente em Drave e noutras zonas de montanha. Antes de partir, informe alguém sobre o percurso, consulte a meteorologia e confirme avisos relativos a incêndios, cheias, trabalhos florestais ou encerramento de trilhos. Nas aldeias submersas, nunca interprete a descida do nível da água como garantia de acesso seguro.

Perguntas frequentes sobre aldeias abandonadas em Portugal

Quais são algumas das aldeias abandonadas mais conhecidas de Portugal?

Drave, Vilarinho da Furna, Broas, Safira e Colmeal estão entre os exemplos mais conhecidos, embora apresentem realidades distintas. Drave não tem residentes permanentes, Vilarinho está submersa, Colmeal integra um projeto turístico e Broas e Safira conservam sobretudo ruínas.

Porque existem aldeias abandonadas em Portugal?

Não há uma única explicação. A emigração, a procura de emprego nas cidades, o envelhecimento, a mecanização agrícola, a falta de serviços e os acessos difíceis contribuíram para muitos casos. Noutros, como Vilarinho da Furna e a antiga Aldeia da Luz, a construção de barragens obrigou à deslocação da população.

É permitido visitar aldeias abandonadas?

Depende da propriedade e das condições locais. Pode observar muitos núcleos a partir de caminhos públicos, mas não deve entrar em casas, terrenos ou edifícios sem autorização. Quando o local pertence a um empreendimento turístico ou instituição, confirme as regras antes da visita.

É possível chegar a estas aldeias sem carro?

Em alguns casos, mas geralmente é difícil. Drave exige uma caminhada a partir de Regoufe; Pedralva e a nova Aldeia da Luz têm acesso rodoviário; já Broas, Safira, Banrezes e Póvoa Dão são mais simples de alcançar de carro. Os transportes públicos raramente chegam aos núcleos mais isolados.

O que devo levar ou verificar antes da visita?

Leve calçado resistente, água, proteção contra o sol ou chuva, bateria suficiente e um mapa offline. Confirme a meteorologia, o estado dos caminhos, o risco de incêndio e eventuais restrições. Evite visitar ruínas isoladas sozinho e planeie o regresso antes de escurecer.

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